Max Barros: ainda a polêmica sobre a JNS Canaã Construções

O deputado Bira do Pindaré (PT), orquestrado com outros deputados da oposição, tem nos últimos dois dias, tentado requentar uma antiga denúncia, feita, originalmente, pelo deputado Marcelo Tavares (PSB), sobre um suposto favorecimento, por parte do atual governo do estado, a  JNS Canaã Construções.
Segundo o deputado petista, a empresa não existe,mas, mesmo assim,”foi contratada,pelo governo Roseana Sarney, para construir 11 hospitais no valor de R$ 19 milhões e 808 mil, do montante, ela recebeu R$ 05 milhões e 487 mil, em julho de 2010. Os municípios que receberiam os hospitais são: Apicum-Açu, Araguanã, Bacurituba, Cajari, Governador Newton Bello, Matinha, Palmeirândia, Porto Rico do Maranhão, Presidente Sarney, Serrano do Maranhão e Zé Doca. Nenhum dos hospitais foi construído”,disse Bira.
Rebatendo as criticas de Bira, referente à suposta irregularidade na construção da estrada Coroatá/Vargem Grande,Max Barros, enfaticamente, disse que as irregularidades tinham ocorrido na gestão do Governo Jackson Lago, do qual o Bira fez parte.
“No governo Jackson foi contratada uma empresa e o governo que o Bira fez parte desviou dois milhões. E isto está comprovado na Corregedoria. Vou trazer os documentos que comprovam que o governo que Bira fez parte desviou dois milhões, sem falar das pontes que ficaram lá só os esqueletos”, afirmou Max Barros.
Max quer esclarecer o assunto de vez, trazendo todos os documentos que comprovam que houve irregularidades na construção daquela estrada no governo Jackson Lago.
Para Barros a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), poderá colocar tudo em “panos limpos”.
“Não sou afeito a CPI, mas acho que esta será a forma mais fácil de esclarecer onde houve desvios de recursos, de uma maneira bastante simples”, afirmou Max Barros.
Max, ainda, aproveitou para “passar um sabão” na cara do Bira, o qual havia insinuado que ele teria faltado com o respeito à memória do Dr. Jackson Lago: “Eu ataquei foi quem veio aqui e fez críticas infundadas, e, que no governo do Dr. Jackson Lago, tinha uma “boquinha” de 4º escalão, e, ao invés de trabalhar vivia passeando em Nova Iorque, com diárias pagas não se sabe por quem”.Leia-se,ironizou Max Barros.
Cá prá nós: ai vem chumbo grosso pra cima da oposição.

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